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Como escolher um software para gestão de varejo






Com o trunfo de ser o segundo maior segmento do mercado nacional (atrás apenas do Agronegócio), o Varejo está cada dia mais inserindo a tecnologia em seus processos. E isso é bom, pois coloca o setor em um patamar de profissionalização e competitividade ainda mais elevado.
É normal, no entanto, que os líderes de administração e tecnologia se perguntem em quais soluções eles devem investir – principalmente quando o orçamento é limitado por conta da crise econômica.
No caso de softwares para gestão de varejo, por exemplo, qual apresenta o melhor custo-benefício?
Se você também tem essa dúvida, este texto vai lhe ajudar a escolher o melhor software para o seu negócio conseguir reduzir custos, aumentar a produtividade e colher as dezenas de outros benefícios que essas ferramentas podem proporcionar.

Por que é tão difícil escolher um software para gestão de varejo?
A tecnologia de softwares para gestão de varejo está mais acessível do que nunca. Com a computação em nuvem, por exemplo, é possível adquirir sistemas e aplicativos completos e inovadoras em apenas alguns cliques.
A dificuldade, no entanto, está em separar o joio do trigo. Ora, se há muitas ofertas, como saber qual delas é a ideal para o meu negócio?
A grande questão é encontrar um sistema que atenda a todas as demandas do negócio e também suas particularidades. Por mais que as empresas varejistas sejam parecidas, em muitos aspectos elas se diferem, e a tecnologia precisa se integrar aos processos e requisitos de negócio de cada uma.
Em outras palavras, um software de gestão que funciona muito bem para um varejo específico não irá necessariamente lhe trazer os mesmos resultados.
Outro ponto importante é que as inúmeras opções disponíveis no mercado também têm preços variados. Há casos em que a empresa precisa pagar pela quantidade de usuários, pelas funcionalidades em si, entre outras variações.

Como escolher o melhor software para gestão de varejo?
Apesar de não existir uma “fórmula mágica” e novos sistemas surgirem quase que anualmente, existem alguns passos que podem facilitar – e muito – o processo de escolha.

1. Saiba de antemão que tipo de sistema sua empresa precisa
É muito importante que o gestor de negócio, juntamente com sua equipe de TI, faça um levantamento do que a empresa precisa.
Isso abrange tanto os requisitos técnicos, como capacidade de armazenamento, velocidade de rede e capacidade de integrações, até os aspectos de negócio, que são basicamente as funções que precisam ser desempenhadas para que o dia a dia operacional seja tranquilo e produtivo.

2. Verifique a segurança da solução
Em seguida, é preciso avaliar questões de segurança da informação.
Ou seja, a solução não pode ter vulnerabilidades que coloquem os dados da empresa em risco – sempre bom lembrar que a chamada “indústria hacker” avança na mesma proporção que a tecnologia em si.

3. Avalie a necessidade de uma infraestrutura própria
Outro ponto fundamental é verificar a necessidade ou não de uma infraestrutura interna própria.
O que a empresa precisa ter em termos de sistemas e equipamentos para suportar um software para gestão de varejo? Isso também precisa ser considerado, principalmente na hora de avaliar o custo-benefício da solução.

4. Verifique a possibilidade de integração com sistemas legados
Invariavelmente, as empresas possuem sistemas próprios. Por isso é interessante que o sistema para gestão de varejo se integre a esses pequenos sistemas, unificando toda a operação e facilitando o controle em um único ambiente virtual — além de gerar intercâmbio de dados de uma forma segura e correta, o que facilita para os profissionais.
Da mesma forma, é preciso checar se o software tem fácil integração com equipamentos como coletores de dados, por exemplo. Isso tudo pensando na automatização dos processos e na diminuição dos retrabalhos e erros.

5. Avalie o fornecedor do sistema

Na hora de partir para a avaliação dos sistemas disponíveis, é interessante também observar como a empresa que produz o sistema se coloca no mercado.
Saber, por exemplo, o quanto ela é especializada em atender o segmento do varejo, quais são as diretrizes dela para suporte e atendimento etc.
É preciso ir além do discurso comercial, buscar também conversar com os atuais clientes dessa empresa para ver o quanto eles estão satisfeitos com a solução e com o relacionamento com o fornecedor.
Outra dica interessante é, antes de fechar a contratação, criar um acordo de níveis de serviços (SLA) para o período de implantação e deixar bem especificado quais são as responsabilidades do fornecedor do sistema e da equipe interna.
Isso ajudará a demarcar o que se espera do software e também facilita na hora de cobrar e mensurar resultados.
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